7 mitos sobre a gravidez que você precisa desconstruir

Então, você descobre que está grávida! Um momento de muita alegria, mas também de muita insegurança e dúvidas, principalmente quando começam os comentários nem tão felizes sobre gestantes.

Vamos combinar? O repertório de mitos sobre gravidez é enorme  — e, por vezes, assustador — mas, uma coisa é certa: se você quer passar uma gestação tranquila, somente rindo dos contos da carochinha que vão chegar até você, esta é a escolha certa! Confira neste post os cinco mitos da gravidez que você precisa desconstruir!

1. O jejum é a melhor solução para os enjoos matinais

Justamente o contrário. Comer mais vezes ao dia, e em menores quantidades, ajuda a diminuir a sensação de enjoo. Alimentos cítricos, como o limão, é uma ótima  soluções para combater a sensação de náusea, pois regulam o ph do estômago.

2. Azia demais é sinal de bebê cabeludo

Ah, essa é típica dos almoços de domingo, quando tem sempre uma tia, vizinha, ou mesmo a mãe ou avó para dizer: "Menina, essa azia toda é sinal de que o bebê é cabeludo, hein?"

Mito. A azia acontece devido à dois fatores:

  • Alterações hormonais: o aumento da progesterona durante a gestação causa o relaxamento da válvula que separa o estômago do esôfago. Isso faz com que os ácidos gástricos voltem dando uma sensação desagradável de acidez na boca e queimação na garganta e peito.
  • Mudanças na anatomia do corpo: com o aumento do útero, o estômago e intestino ficam cada vez mais pressionados e a digestão comprometida, tornando-se lenta. Forma-se, então, gases e com o estômago sob pressão, a comida tende a voltar pelo esôfago causando as terríveis azias.

Para evitar esse desconforto, invista em uma alimentação nutritiva e de fácil digestão como frutas — mamão, uva, banana e pêssego — frutas secas, chá de camomila e limão. Evite os alimentos condimentados, gordurosos e muito açucarados que podem piorar o quadro.

3. Fazer sexo durante a gestação machuca o bebê

Dos mitos sobre gravidez, esse é um dos campeões.

Em gestações saudáveis, o sexo está mais do que liberado! Além de aumentar o fluxo sanguíneo na região pélvica, o que melhora a oxigenação fetal, os hormônios produzidos pelo organismo levam sensação de bem-estar ao bebê e até mesmo ajudam na preparação natural do corpo para o parto.

É bom lembrar que o ato sexual não machuca o bebê, visto que ele está envolto pelo útero e bem protegido pela bolsa amniótica.

4. Barriga pontuda é gravidez de menino, e barriga larga, menina

O formato da barriga tem ligação com o tipo de corpo da mãe e não com o sexo do bebê. Portanto, se você quer saber o sexo do bebê, existem exames de imagem, como a ultrassonagrafia, que são realizado de 16 à 20ª semanas — 4 ao 5 mês de gestação — em que é possível ver o sexo do bebê.

Outro método, mas ainda muito caro, é o de Sexagem Fetal. Feito depois da 8 semanas, ele é capaz de detectar a presença do cromossomo Y, o cromossomo masculino, no sangue da mãe e dá 99% de certeza, caso a mulher não tenha realizado nenhuma transfusão de sangue ou transplante de órgão.

Vale lembrar que para gestantes de gêmeos ou mais, o teste só consegue responder se há meninos ou não há meninos. Os resultados do exame, geralmente demora 5 a 10 dias para ficar pronto.

5. Grávidas não podem fazer exercícios físicos

A prática exercícios físicos adequados para a gestante é mais do que indicada!

Além de manter elevada a autoestima da gestante, ajuda a controlar o risco da diabetes gestacional, impede o ganho exagerado de peso, auxilia o fortalecimento muscular, reduz o risco de hipertensão e prepara o corpo para o trabalho de parto.

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Mitos sobre a gravidez é que não faltam no repertório das famílias e no imaginário popular. A principal dica, para não ficar refém deles, é conversar com seu médico sobre suas dúvidas e medos. Ele é a melhor pessoa para lhe indicar o que é melhor para você e seu bebê.

E você, conhece outros mitos sobre gravidez que queira desmistificar com a gente? Deixe seu comentário e compartilhe conosco!

 

 

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