Vamos conversar sobre depressão pós-parto?

depressão pós parto

“Como é possível ficar deprimida logo após ter um filho?”: eis uma afirmação muito comum no dia a dia de mães que vivem a depressão pós-parto. Ao menor sinal de tristeza que uma recém-mamãe apresenta, lá estão os parentes e amigos, vizinhos e conhecidos para dizer a ela o quanto um filho deve ser motivo de plena felicidade.

Contudo, esses comentários, ainda que de forma inconsciente, negligenciam um problema que atinge 26% das mulheres brasileiras (e deve ser tratado com seriedade): a depressão pós-parto. Quer saber mais sobre o assunto? Acompanhe o post!

Mas, afinal o que é a tal depressão pós-parto?

A gravidez é uma etapa da vida da mulher na qual ocorrem diversas alterações hormonais. Logo após o parto, é normal que esse turbilhão todo ainda não tenha passado e que alguns sintomas como alterações de humor, choro sem motivo aparente e alguns picos de tristeza persistam.

Quando esses sintomas se intensificam, entretanto, é provável que seja diagnosticada a depressão pós-parto. Existem casos nos quais ela surge alguns meses após o parto, por isso é importante ficar atenta até que o bebê complete 1 ano.

Portanto, se você anda com dificuldades para sorrir e se divertir, sente-se exausta mesmo após um período de descanso, não consegue dormir direito e sente um medo inexplicável de que algo de ruim aconteça a você e ao seu bebê, é importante procurar um médico para fazer o diagnóstico.

Trata-se de uma doença que não significa fraqueza ou desvio de caráter: é necessário tratá-la para que não surjam transtornos maiores.

E quais são as principais causas da doença?

Antes de dizer que a culpa é dos hormônios, devemos ponderar, pensando que eles não são os únicos responsáveis pelo surgimento do quadro. Prova disso é que hoje em dia, já existem homens diagnosticados com o problema.

Trata-se de uma mistura de fatores físicos, emocionais e relacionados ao estilo de vida da nova mamãe. No caso dos homens, eles não têm o fator hormonal, mas compartilham da mesma ansiedade trazida por uma mudança brusca na rotina do casal: a chegada do filho.

Qual a melhor forma de se tratar?

Como não é possível generalizar nada que se relaciona ao organismo humano, o médico é a pessoa mais indicada para analisar o seu quadro e propor o melhor tratamento.

Entretanto, falando em medicamentos, os mais utilizados são os antidepressivos e a reposição hormonal. Mas tomá-los corretamente não é a garantia de que você conseguirá se recuperar totalmente.

O tratamento com remédios normalmente é aliado a sessões de psicoterapia, e medidas que você pode adotar em seu cotidiano com o bebê. Algumas mamães chegam até mesmo a frequentar grupos de apoio: conversar com outras mulheres que passam pela mesma situação tende a ser muito benéfico.

Não se pode esquecer, porém, que a atitude que leva à recuperação deve partir de você. Adotar um estilo de vida saudável desde a gravidez, procurar atividades que lhe tragam prazer e tentar não cobrar tanto a si mesma são fatores que, certamente, farão diferença.

Se você acha que esse post lhe ajudou a entender melhor o que é a depressão pós-parto, deixe seu comentário abaixo.

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